[Resenha + Promo] Pandemônio - Lauren Oliver


Não sei como começar essa resenha. A única coisa que eu sei é que eu ainda estou sem ar depois do final desse livro.

Atenção! Esse post contém spoiler do primeiro livro da série. Confira a resenha dele aqui.

"Tudo o você era, a vida que tinha, as pessoas que conhecia... adeus." Ela balança a cabeça e completa com um pouco de firmeza: "Não existe o antes. Só existem o agora e o que vem depois." 

Depois de fugir para a selva e ter deixado Alex para trás, Lena se vê em um território desconhecido e completamente perdida. Ela só esteve uma vez na selva, e naquela vez estava com Alex. Agora ela está sozinha e não sabe para onde ir. Lena vaga vários dias, até ser encontrada por um grupo de Inválidos que a levam até o local que eles vivem, apelidado de Lar. Lá, eles cuidam dela até sua recuperação e ela começa então a descobrir como é a vida desse lado da cerca.

Mas é possível construir um futuro a partir de qualquer coisa. Um detrito, uma centelha. O desejo de ir em frente, lentamente, um passo de cada vez. É possível construir uma cidade arejada a partir de ruínas.

A vida na selva é completamente precária. Graúna, a chefe do grupo, cuida de Lena até sua recuperação e explica para ela como tudo funciona na selva. As pessoas que vivem no Lar vivem de caça, e de suprimentos que os simpatizantes e inválidos infiltrados na cidade mandam para eles por um rio. Eles vivem com o mínimo do mínimo, racionam tudo, até mesmo a água. No começo, Lena demora um pouco para entender como tudo funciona, mas pouco a pouco ela vai entrando na rotina de sua nova realidade. E essa necessidade de sobrevivência a ajuda a esquecer um pouco que Alex ficou para trás. Ela sabe que Alex morreu para que ela pudesse viver, e decide não deixar que a morte do seu amado tenha sido em vão. Ela volta a correr, recupera o que pode da sua força e juntamente com Graúna e Prego, ela se junta à Resistência  e vai para a cidade, como uma curada.

Lena, Graúna e Prego vão então à Nova York. Lá os três assumem uma nova identidade, como curados, e além de recolherem alimentos, remédios e suprimentos para o pessoal que está na selva. Lena se infiltra na associação America Sem Delíria, ASD, para recolher informações que seja útil para a Resistência, grupo de Inválidos que lutam pela liberdade de poder viver sem a cura. Dentro da ASD, ela tem a missão de ficar de olho em Julian, um importante membro da associação, representante dos jovens na luta pela cura do amor deliria nervosa. Por causa dessa missão, Lena acaba se aproximando mais do que gostaria de Julian, fazendo o rapaz, que ainda não recebeu a cura, se questionar até em que ponto a cura é válida ou não.

Ele fala de um jeito tão gentil que meu peito se parte em mil pedaços. Isso não estava nos planos. Não era pra acontecer.

Bom, pra quem gosta de aventura, Pandemônio é um prato cheio! Lauren nos mostra Lena na sua luta pela sobrevivência na selva e depois sua aproximação com Julian em Nova York, com muitas cenas de ação, perigo. Já a vida na selva, a autora foi bem realista quanto ao modo de vida dos Inválidos. Ninguém lá vive de amor, eles realmente vivem como fugitivos que são, lutando para sobreviver, passando frio, fome. É bem verdadeira e nada fantasiado, o que eu particularmente achei muito legal porque você imagina: Ah, se eu tivesse vivendo nesse lugar, eu ia fugir, viver com meu amor felizes para sempre e blá blá blá. Mas não é tão simples assim. A vida na selva é uma coisa louca. E lá eu só lembro de ter visto um casal que realmente vive junto, tem filhos e etc, que a Lauren deixa claro que eles acabam sendo a exceção da regra na selva.

A narração toda é eletrizantes, dinâmica e faz o leitor perder o fogo. O que pode ser um pouco chato é que os capítulos do livro são alternados entre o Agora, Lena em Nova York, e o Antes, Lena na selva. Quando li outros livros com uma narração nesse estilo, eu achei cansativo, mas em Pandemônio essa característica dá um brilho a mais na história e aguça a curiosidade do leitor, pois no final a maioria dos capítulos acaba com aquela sensação de "OMG! E agora?" e quando partimos pro próximo capítulo nos encontramos em outro tempo, outra situação, e aí temos que ler o capítulo pra chegar logo o próximo e saber o que aconteceu. E assim, tudo vai fazendo você querer ler mais e mais do livro, saber do que acontece depois e quando você vê, acabou!

E quando acaba... Ah quando acaba! Preciso falar que o final desse livro é uma coisa... Inexplicável! Deixem antes eu fazer uma confissão: Assim que eu coloquei as minhas mãos no livro, corri para a última página e li a última palavra do livro. Foi algo que me deixou completamente atônita e o que alimentou ainda mais a minha fome de leitura. Mas o choque eu levei ao ler aquela palavrinha mágica não foi nem um décimo da minha reação ao ler a cena final. Eu li tantas resenhas falando que o fim era OMG!, mas nunca me passou pela cabeça que fosse assim, tão... ARRRGH! POR QUÊÊÊÊÊ? Fiquem sem ar com aquele final. E uns dois dias depois de ter terminado de ler eu ainda ficava sem ar ao lembrar dele porque é muito... Inexplicável! E o pior: a história não tem exatamente um final, porque acaba no meio de uma cena que... OMG!

Pandemônio é um livro eletrizante. Eu particularmente gostei bem mais de Delírio, por toda historinha de Alex e Lena. Não gostei muito de Julian, e muito menos da historinha entre ele e Lena (sou #TeamAlex para sempre), mas ainda assim, o final faz o livro todo valer muito a pena! Pra quem gosta de uma boa distopia e uma boa história de amor, a série é um prato cheio, e já virou de longe a minha série favorita.

Sorteio do livro

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Mais coisas que acontecem quando lemos muito


Como vocês gostaram bastante do primeiro post de Coisas Que Acontecem Quando Lemos Muito, decidimos reunir ainda mais coisas por aqui! Algumas delas foram sugestões de vocês nos comentários, por isso continuem comentando e nos contando as suas experiências!
Pra quem não leu o primeiro, pode ler clicando aqui. Basicamente, a gente fala um pouco sobre o que costuma acontecer no nosso dia-a-dia quando lemos bastante, com experiências pessoais.

1) Quando ficamos tentando ver o livro que o outro está lendo
QUEM NUNCA FEZ ISSO? Você está lá, na maior ânsia pra chegar em casa e, de repente, tem um cara lendo um livro no metrô/ônibus/trem/calçada. É quase que inevitável ficar encarando o livro pra tentar ver a capa, e eu sempre fico imaginando, pela cara da pessoa, o que deve ser aquilo que ela está lendo.
É MUITO engraçado (e constrangedor) quando a pessoa levanta os olhos do livro por um momento (claramente incomodada e percebendo ser observada) e pega você dando AQUELA checada na capa do livro. Aí é a parte em que nos sentimos desconfortáveis e desviamos o olhar. Mas claro, nunca antes de tentar lembrar qual livro é aquele e o que você sabe sobre ele. E a curiosidade é tanta que você quase inicia uma perseguição digna de Velozes e Furiosos só pra descobrir qual livro é (cara, as pessoas deveriam facilitar mais nossa vida deixando a capa à mostra #justsaying).

É isso que a gente que dizer pra pessoa.
2) "Só mais um capítulo!"
Pois é, nós sabemos. Você sempre tem que fazer alguma coisa SUPER IMPORTANTE, mas acaba sempre pensando "Em dez minutos eu consigo chegar lá. Se eu correr. Isso me dá... mais uns cinco minutos de leitura. YAY". E a gente sempre atrasa, e sabem porque? PORQUE NUNCA É SÓ MAIS UM CAPÍTULO. Porque um capítulo leva a outro e a outro e a outro e, quando percebemos, perdemos a hora e temos mais um livro terminado na estante. Além de, claro, termos deixado tudo o que estávamos fazendo pra ler.
É ainda mais engraçado quando precisamos acordar cedo na manhã seguinte e decidimos que iremos conseguir, mesmo se lermos "só mais um capítulo" e formos dormir. E, óbvio, a gente sempre acaba lendo todo o livro, indo dormir às três da manhã e acordando UM CACO no dia seguinte, pensando que poderíamos ter ido dormir mais cedo.

"Só mais uma página! Eu juro!"

3) Quando parecemos doidos enquanto lemos
É engraçado quando estamos lendo um livro TÃO legal que entramos na história completamente, e aí fenômenos curiosos e hilários começam a acontecer. Quando aquele personagem idiota faz uma coisa IDIOTA, a gente grita, berra, fica com aquelas expressões ridículas e passa a maior vergonha.
Só que como sempre lemos em público, as pessoas podem achar estranho uma pessoa louca interagindo ferrenhamente com um livro. Eu mesmo já me peguei rindo muito enquanto lia, e as pessoas do ônibus estavam me olhando tipo:
Tradução: "Você é realmente estranho!"
Aí eu me toquei e parei de rir, e claro, tentei me desculpar com o olhar. Mas, é claro, a gente não tem como evitar! Às vezes os personagens tem atos que provocam TANTA REAÇÃO que nós acabamos nos descontrolando. Mas ei, calma, sua sanidade está absolutamente ok. Você é normal.

É claro que não somos loucos.
Não esqueçam de continuar nos mandando sugestões por comentários, afinal acontecem MUITAS coisas quando lemos muito.

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[Vídeo] Entre o Agora e o Nunca - J. A. Redmerski


Não estava aguentando esperar chegar a inspiração para escrever sobre este livro e decidi somente falar. Eu precisava falar. É claro que eu falaria muito mais e ele renderia muita conversa com minhas amigas (e tenho certeza que assim que eu emprestar, começarão as "reuniões" para suspirar e discutir sobre ele).

Lembrando que está rolando sorteio do livro aqui (e muitos outros).



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A Viagem do Tigre - Colleen Houck


Depois da decepção com O Resgate do Tigre, tive um vislumbre da magia contida no primeiro livro (A Maldição do Tigre), mas minhas esperanças estão concentradas no próximo livro, O Destino do Tigre.

Contém pequenos spoilers dos outros livros.

Neste terceiro livro da série, Ren, Kelsey e Kishan fazem a busca do terceiro presente da Durga juntos - e, como em O Resgate do Tigre já tínhamos a leve sensação de que um triângulo amoroso aconteceria (apesar dos inúmeros pensamentos da Kells negando qualquer sentimento que não fosse por Ren), em A Viagem do Tigre ele tem a chance de se consumar: Ren não lembra de Kells que está disposta a ser apenas amiga e ele se apaixona novamente (mesmo sem poder tocá-la). Mas Kishan também está disposto a conquistar a garota e é aí que fica claro que ela precisa escolher um dos dois (pfvr, mais disso adiante).

"- (...) O amor não é uma consequência. O amor não é uma escolha. o amor é uma sede... uma necessidade tão vital à alma quanto a água é para o corpo. O amor é um líquido precioso que não só alivia uma garganta seca como também revigora o homem. Dá forças suficientes para que ele se disponha a matar dragões pela mulher que lhe oferece esse sentimento."

Ah, claro, a aventura. Desta vez eles embarcarão, literalmente, para enfrentar os desafios de cinco dragões míticos que "ajudarão" a chegar no destino final, onde está o Colar de Pérolas Negras. Os três terão a companhia, à bordo, do Sr. Kadam e da Nilima que ajudarão de forma secundária e serão espectadores das constantes idas e voltas do trio (e não estou falando somente da ida e volta dos desafios).

Aqui estou eu tentando organizar minhas ideias de forma que eu não deixe impressão que este livro foi somente de sensações negativas. Só pra ficar claro: eu amo a série. Então, não importa o que vocês leiam abaixo, lembrem-se que eu realmente amo esta série (mesmo que amar a série signifique amar somente o primeiro livro dela).

A principal coisa que me faz querer jogar este livro na parede e dar uma sacudida nos personagens é a OBRIGAÇÃO da Kells em TER que ficar com alguém. Eu acompanhei Malhação desde uma das primeiras temporadas por anos e anos seguidos e já manjo bem desta coisa de "a mocinha não está com o cara que ama, então ela tem que ficar com outro mesmo sem gostar dele" e ter isso esfregado na minha cara no ano de 2013 me deixa passada, chocada e pra piorar, eu não consigo largar - o que me deixa com mais raiva ainda. Não sei se vão concordar comigo, mas, independente de teams, a autora sempre deixou claro o que ela espera do romance - e eu não consigo entender esta necessidade de tentar enfiar guela à baixo que a Kells pode vir a escolher Kishan. 

A Maldição do Tigre foi extremamente perfeito pra mim justamente por ter um romance muito bem desenvolvido e uma aventura de tirar o fôlego que foram suficientes para encher um livro e criar expectativas para os outros volumes. Eu acho que ela poderia dar destaque à Kishan sem a necessidade de envolvê-lo em um triângulo que é forçado. Veja bem, se este romance tem uma coisa positiva é que a autora criou um personagem que não é manipulador, possessivo (tipo o Jacob de Crepúsculo) e o cara é, de fato, legal. Ele poderia permanecer com sua busca pela humanidade, seus conflitos pessoais, poderia até virar melhor amigo da Kelsey e se manter assim... mas, não, tadinho, ele tem que ficar como segunda opção (por mais que a narradora tente, a todo custo, convencer - ela e os outros - do contrário). Para facilitar a vida dele, Ren se mostra totalmente diferente daquele Ren que conhecemos no primeiro livro - mas eu ainda sei que é passageiro (e tento me convencer disso).

Kells está como sempre: mesmo se achando feia pra caramba, todos homens estão ao pé dela - claro. Tudo bem que desta vez eu acho que ela facilita muito mais a vida dos caras e (talvez ela tenha algum problema de auto-estima) chega a sair para jantar com o instrutor de mergulho mesmo sabendo que ele está babando por ela (como todos os homens na face da Terra - o que inclui alguns dragões. É). Ela sabe do perigo, mas ela atiça. Além da beldade, outra coisa muito presente nos livros é a comida. SOCORRO, é comida o tempo todo! Linhas e linhas descrevendo um prato! Sei não, hein, Colleen.


Ah, então, o vislumbre da magia que eu havia dito. Algumas coisas da cultura chinesa enriqueceram toda a mitologia sempre presentes nos livros e eu quase senti aquele frio na barriga de novo com as aventuras. Ok, eu senti o frio na barriga (principalmente quando eles precisam se segurar no primeiro dragão). Uma das melhores coisas no livro foi a história da Lady Bicho-de-Seda. Eu fico encantada com uma história dentro da outra que quase esqueço que aquela não é a principal e fico querendo saber mais (e esta é realmente fascinante por também possuir uma bela lição). O final foi digno. Sério. Se tem uma coisa que a Colleen sabe fazer é escrever finais. Eu sofro com eles (sofro muito, sério), mas eu sei que se eles provocam tanto sentimento em mim é porque são bem feitos. E isso só me incentivou ainda mais a criar mais e mais expectativas para o final da série que acontecerá em O Destino do Tigre. Finalmente.

Obs: a autora confirmou um 5º livro para a série (Tiger's Dream), mas ainda não existem informações do que se trataria (se é um spin-off ou continuação imediata de O Destino do Tigre).

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Floresta Sombria - Matt Haig

Um livro que te faz mergulhar numa história cheia de fantasia, mistério e magia.

Em Floresta Sombria conhecemos Samuel Blink, um garoto inteligente e que não aguenta mais a cantoria de sua irmã Martha, que parece viver em um musical (sim, ela só fala cantando). No dia do aniversário de Martha, eles são levados para um passeio, porém, antes mesmo de chegar ao destino, acontece uma tragédia e eles perdem seus pais. Samuel e Martha são levados para a Noruega, para morar com sua tia Eda, que mora em um vilarejo pequeno e tedioso, e claro, cheio de regras.
Ela não quer a gente aqui, pensou. É por isso que está com essa cara triste. Na verdade, ela devia odiar a mamãe. E deve odiar a gente.
A principal regra que Tia Eda impõe é: nunca, jamais, em hipótese alguma entre na floresta, ou melhor, nem chegue perto dela. Lá existe perigos que nunca nem imaginamos. Porém aquilo não fazia sentido para Samuel, até o dia que ele vê diferentes criaturas saindo da floresta, e então tudo fez sentido e o menino se mantém afastado para evitar o perigo. Mas um dia Martha se encontra em perigo, e seu irmão tem que enfrentar esse misterioso lugar para salvá-la.
FIM (Que na verdade foi só o começo.)
Eu nunca tinha visto nada do Matt Haig, e muito menos esse livro, ou seja, escolhi ele ao acaso e me apaixonei, haha. Tenho que confessar que eu não tinha criado muitas expectativas, mesmo me empolgando com a sinopse, a capa me deu um certo sentimento de dúvida. O livro começa com uma breve e divertida apresentação dos personagens, achei isso encantador, e nossa, eu simplesmente amei todas as criaturas criadas pelo Matt. No inicio tive uma raivinha de Martha e seus pais, mas depois me senti culpada, e cheguei até a sentir pena, haha.

A forma que o autor colocou cada palavra fez com que eu sentisse que ele estivesse do meu lado contando ela, como se ela fosse real, tão real ao ponto de me fazer sentir uma eterna compaixão pelos personagens. Haig me fez ficar sorrindo feito boba até nos momentos mais críticos da historia. Me senti tão à vontade na leitura que fui lendo, lendo, lendo e quando me dei conta, o livro acabou. Mesmo com um final não tão surpreendente, eu gostei bastante do enredo. Pelo o que vi, livro terá continuação e, se tiver, estou ansiosa para lê-lo. Então é isso, se você gosta desse gênero, não perca tempo e leia esse livro; e se você não gosta, leia também, vai que desse você goste? Recomendo.


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2 anos de Este Já Li: Promoções


E chegaram as promoções de aniversário de 2 anos do blog \o/
Aqui ficarão os formulários de todos os sorteios - na próxima semana teremos concurso que ficará em outro post. Todas as promoções estão com a primeira entrada livre. Espero que gostem e aproveitem!

Suma de Letras


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Rocco



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Paralela e Seguinte

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Bertrand Brasil

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Novo Conceito


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Atenção:
- Os livros serão enviados em até 30 dias após o recebimento dos dados;
- A pessoa sorteada terá 72h para responder o email com os dados para envio do livro;
- Os livros da Novo Conceito e Rocco serão enviados pelo blog e os demais diretamente pelas editoras;
- É necessário ter endereço de entrega no Brasil;
- Perfis exclusivos de promoção serão desclassificados;

Este post será atualizado conforme mais cortesias forem disponibilizadas. Todos os livros foram cedidos pelas editoras parceiras do blog.





O Lorde Supremo - Trudi Canavan


Finalmente o último livro da trilogia, onde eu saberia se Sonea tinha ou não razão de ter medo de Akkarin. E se os dois primeiros me deixaram empolgada, esse então...


Enquanto Cery recebe a ordem de alguém misterioso para que mate um assassino, Sonea caminha pela universidade, analisando o que havia ou não mudado. Ela continuava sendo prisioneira do Lorde Supremo (embora ele não tenha feita nada contra ela), em compensação os alunos, e até mesmo os professores, não eram mais pura antipatia por ela. Alguns rapazes até mostravam interesses, seja por amizade ou algo mais. E embora Sonea não tenha amigos (por medo do que Akkarin possa fazer), ela não é mais tão rejeitada.

Depois de uma aula sobre arquitetura, o Lord Supremo entrega à Sonealivros antigos e proibidos, cujo conteúdo a surpreende. Se pergunta por que Akkarin lhe entregaria um livro cujo autor confessasse ter usado magia negra e se sentido culpado por isso. Porém foi após ler outro livro antigo, também trazido por Akkarin, que ela se perguntou a verdade do que lhe foi ensinado. Seria a Magia Negra assim tão ruim? Afinal, ela já foi usada um dia, e era mais do que comum.

Com todas essas questões em mente, finalmente o Lord Supremo lhe conta toda a verdade. Sua história... E Sonea apenas pede para que tudo aquilo seja a mais pura e crual mentira. Infelizmente, não é. E o perigo que as Terras Aliadas sofrem é bem pior do que ela podia imaginar.

Mesmo esse sendo o maior livro da trilogia, levei bem menos tempo para ler do que os outros dois, tal foi minha empolgação. A história desenrola de tal maneira, com acontecimentos inesperados, que não foi à toa ter sido tão surpreendente. A autora desencadeou o enredo muito bem, abordando vários aspectos a fim de que todos chegassem a um só ponto. Até mesmo a tarefa de Dannyl como Embaixador. Por falar nele... Uh, é melhor eu deixar quieto, rsrsrs.

Como posso expressar em palavras as emoções que senti ao longo do livro? Raiva, alegria, surpresa, mais raiva (como alguém poderia ser tão tolo?!) e, ao final, aquele suspiro e reflexão. Quando pensamos bastante em determinadas cenas, os acontecimentos com cada personagem, o provável futuro pós-livro... Seria muito dizer que foi emocionante? Ah, aposto como alguns olhos vão se encher d’água. Tenho que dizer que o fim da história não foi menos do que bonito.

Se teve algo que lamentei no livro foi a diagramação. Talvez por ser 1° impressão, mas, ainda assim, algumas coisas poderiam ter sido melhores. Até porque não identifiquei isso nos primeiros livros da trilogia (também tenho a 1° edição). Deveria haver espaço entre algumas cenas, os travessões estavam em lugares errados... Algumas vezes trouxe confusão, mas felizmente nada que comprometa a história. Acredito que a editora irá se corrigir sobre esses detalhes ;)

(spoiler alert: selecione a parte de baixo)
Ah, claro, também fiquei bem decepcionada com um fato que não ocorreu. Sim, eu esperei pelo beijo de Dannyle Tayend, que infelizmente não houve. Algo bobo para se esperar em meia a tanta batalha e tentar salvar a própria vida, não? Mas, puxa, estou esperando desde o 2° livro! Mas, enfim, fazer o quê! Ela compensou deixando o livro uma maravilha.

Com o 1° livro a autora nos apresentou a um interessante e diferente mundo representado pela cidade de Imardin. Com o último nós damos aquele adeus cheio de saudades, mas sem deixar de esquecer que a história continua. Em nossos corações.

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O que nós estamos lendo

Primeira coisa: olha só o que um surto de criatividade faz com as pessoas... OMG, olha o que tá escrito no banner! Eu poderia ser mais criativa? Ok, ok... mais óbvio impossível. Prometo nunca mais fazer isso.

Eu e a Duda estamos um pouco tímidas esta semana, mas vamos fazer de conta que estamos fazendo mistério.


Ceile: Entre o Agora e o Nunca - J. A Redmerski
Duda: Floresta Sombria - Matt Haig


Brigs: Dizem por aí - Ali Cronin
Carol: Grace - Richard Paul Evans

E vocês, o que estão lendo agora?

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